COMO NÃO AGRADECER?
Na correria da vida “civilizada”, é freqüente nem darmos
conta do que nos rodeia. E idas e vindas para o trabalho, trânsito intenso,
ruído de buzinas e freios, a atenção para os sinais de trânsito, corridinha
para chegar do outro lado da rua...
Desacelerar, olhar em
torno, perceber as outras pessoas, dar importância a pequenos sinais, a
movimentos da natureza, esta era a meta do cavalheiro naquele dia. Iniciara um
plano com meditação, alimentação cuidadosa, e desaceleração da voltagem da
vida. Quando a pessoa não faz por si, a vida dá uma ajudinha. E quase foi com
ele que aconteceu. Seu irmão gêmeo e seu companheiro de trabalho havia passado
mal no meio de uma reunião causando um alvoroço na firma. Internado de
emergência foi advertido que ou desacelerava por si ou acabaria tento um
infarto ou acidente vascular por conta da pressão altíssima que apresentava. A
família ficou em polvorosa, a esposa danou de chorar, o filho no final da
adolescência já ficou verde e atônito e ele sentiu como se fosse com ele. Tudo
bem que nem era casado, que tinha mais tempo para fazer coisas para si... só
que não, não fazia nada mais que viver para fora, na correria, trabalhando
feito doido.
Passada a crise principal tomou para si a tarefa de
desacelerar a vida ao seu redor.
Implantou uma oportunidade de Yoga matinal para todos os funcionários da
empresa interessados nesta prática e meditação no meio da tarde para quem
desejasse. Dois profissionais convidados a trabalharem para trazer uma
oportunidade de viver menos tensões.
E parece que só de
pensar em fazer e experimentar um dia, um dia só!!!! Sim experimentou pela primeira
vez e ao sair do trabalho... se deparou com o por do sol, aquele que estava ali,
na cara, todos os dias e nunca havia sido visto!!!
Maria Lúcia Futuro Mühlbauer
Escreve às segundas feiras

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