NEM TÃO SÓS!
Festa na cidade, já passado mês do mês de junho, mas... E foi
comilança de milho cozido, de espetinhos, de suco de milho. E foi uma
tempestade de estalinhos, jogos de bola na lata, bola na boca do palhaço,
argola... e prendas e muitos vendedores ambulantes com suas lanterninhas ,
pisca piscas, aviões com luzes. A criançada num alvoroço só. Crianças de todos
os tamanhos e marmanjos que as acompanhavam experimentando as brincadeiras,
Conjuntos de dança das escolas públicas num palco com quadrilhas e danças
coreografadas ao som de baião, maxixe, forró... início de noite movimentado e a
promessa de grupos ao vivo a partir das 23h.
Muito antes da hora do espanto, quando as piscadelas
começaram a ficar mais longas, a prudência aconselhou o retorno para casa. As crianças
nem reclamaram de tão cansadas que estavam. Partiram cheias de autonomia e
esbanjando independência pela rua afora no “meio da noite”. Uma caminhada, de
10 minutos, para desacelerar do som alto, da excitação dos jogos e do monte de
luzes. Pelo caminho comentavam, possivelmente, sobre os fatos da “noitada”.
Os adultos olhando o retorno de uns 20 passos atrás.
Chegaram em casa no ponto de irem pra cama, cansados e
felizes. Claro que por eles nenhuma medida de higiene seria necessária, mas
foram escovar dentes etc e tal.
Era 19:40h...
Maria Lúcia Futuro Mühlbauer
Escreve às segundas feiras
Um dia simples, como deve ser.
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